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Ordem de serviço

A OS fecha na câmara.
Onde não tem sinal.

Todo sistema de campo organiza ordem de serviço. O problema aparece no lugar onde o serviço acontece: dentro da câmara, no subsolo, na casa de máquinas. Aqui o técnico registra chegada, fotos, checklist, assinatura e conclusão sem internet, e tudo sobe sozinho quando o celular reencontra a rede.

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O problema

O serviço acontece
onde o sinal acaba.

Câmara fria é caixa de metal. Casa de máquinas é subsolo. Loja de shopping é laje de concreto com o roteador três andares acima. É exatamente ali que o técnico precisa fotografar o antes, marcar o checklist e colher a assinatura do cliente.

Quando o aplicativo depende de internet para isso, o que acontece é sempre a mesma coisa: o técnico anota no papel, promete lançar depois e lança na terça, com metade do detalhe perdido. A OS vira registro de memória, e a memória não sustenta cobrança nem contrato.

O ciclo

Da abertura ao laudo
na mão do cliente.

  1. 1

    Abre

    Por você, pelo cliente na área dele, ou sozinha, a partir de um alerta de temperatura, com o equipamento, o local e o que o sensor viu já preenchidos.

  2. 2

    Agenda e atribui

    Técnico responsável e data. O status acompanha o mundo real: agendada, em atendimento, aguardando peça, concluída.

  3. 3

    Executa em campo

    Chegada e saída com horário, e a localização registrada na chegada. Fotos, checklist do serviço, e, quando o equipamento é monitorado, a curva de temperatura das 24 horas antes da chegada até a conclusão, anexada ao laudo. Cada visita fica registrada: uma OS pode ter várias.

  4. 4

    Fecha com assinatura

    O cliente assina na tela do celular, ali mesmo, e a conclusão grava a localização. As horas trabalhadas saem das visitas, não do chute.

  5. 5

    Vira documento

    O laudo sai em PDF com a sua marca e um link para o cliente abrir no celular, sem instalar nada. Vários serviços do mês cabem num relatório consolidado só.

O que ninguém mais faz

A OS que abre antes
de alguém reclamar.

Os dois maiores sistemas de campo do país organizam ordem de serviço tão bem quanto o Friolab. Nenhum deles lê um grau Celsius, então, nos dois, a OS só nasce quando alguém abre.

Aqui o alerta de temperatura abre a ordem de serviço sozinho, já com o equipamento, o estabelecimento e a leitura que disparou o aviso. O técnico chega sabendo o que foi visto e desde quando. É a diferença entre atender um chamado e chegar antes do chamado existir.

Em campo

O que o técnico faz
sem tirar a luva.

Sem internet

Chegada, saída, fotos, checklist, assinatura e a conclusão da OS ficam numa fila no aparelho e sobem sozinhas quando a rede volta. Você vê o que está pendente e o que já subiu.

Foto que serve de prova

Antes e depois, com data e hora. As fotos entram no laudo e ficam no histórico do equipamento, e não somem numa conversa de WhatsApp.

Checklist do serviço

O passo a passo aparece na tela do técnico, item a item, com foto por item quando o serviço pede. Serviço feito na ordem certa, inclusive por quem entrou na equipe semana passada.

Achados viram orçamento

O técnico registra o que encontrou fora do escopo, a peça gasta ou o vazamento, e aquilo vira orçamento com um clique, em vez de virar "esqueci de falar".

Peça que falta tem nome

"Aguardando peça" deixa de ser status morto: o Friolab registra qual peça, quem providencia e em que pé está, e avisa quando ela chega.

Histórico por equipamento

Toda OS fica presa ao aparelho, não só ao cliente. Quem atender daqui a dois anos abre a ficha e vê o que já foi feito naquela máquina.

Perguntas frequentes

O que perguntam antes
de largar o caderno.

O aplicativo funciona sem internet?

As ações de campo funcionam: chegada, saída, fotos, respostas do checklist, assinatura do cliente e a conclusão da ordem de serviço ficam numa fila no aparelho e sobem sozinhas quando a rede volta, na ordem certa. O que não funciona é abrir uma tela que você nunca visitou naquele celular. Para isso o aparelho precisa ter carregado a tela pelo menos uma vez.

O cliente assina onde?

Na tela do celular do técnico, na hora da conclusão. A assinatura entra no laudo junto com as fotos, a data e a hora. Não é certificado digital: é o registro do aceite, com data e autoria, no documento.

O cliente consegue ver o laudo?

Sim. Cada ordem de serviço concluída gera um documento que você compartilha por um link, e o cliente abre no celular sem instalar nada e sem criar conta. O PDF sai com o logo e a cor da sua empresa.

Uma ordem de serviço pode ter mais de uma visita?

Pode, e é o normal em refrigeração: a primeira visita diagnostica, a peça demora, a segunda resolve. Cada visita registra chegada, saída e o que foi feito, e as horas trabalhadas somam a partir delas, não de estimativa.

A ordem de serviço abre sozinha quando o sensor detecta problema?

Abre, quando o equipamento é monitorado. O alerta de temperatura cria a OS já com o equipamento, o estabelecimento e a leitura que disparou o aviso. É o que nenhum sistema de campo que não lê sensor consegue fazer.

O Friolab mostra onde meus técnicos estão agora?

Não, e é decisão de produto. O Friolab registra a localização em dois momentos pontuais, na chegada da visita e na conclusão da ordem de serviço, como prova do atendimento, mas não acompanha o deslocamento da equipe. Achamos que monitorar câmara é o nosso trabalho. Monitorar gente, não.

Está avaliando o Auvo também?

A comparação honesta,
com o que ele faz melhor.

Os dois fazem OS no app do técnico e PMOC digital. A diferença aparece no que vem depois, e em como cada um cobra.

A próxima OS pode fechar
dentro da câmara.

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