A OS fecha na câmara.
Onde não tem sinal.
Todo sistema de campo organiza ordem de serviço. O problema aparece no lugar onde o serviço acontece: dentro da câmara, no subsolo, na casa de máquinas. Aqui o técnico registra chegada, fotos, checklist, assinatura e conclusão sem internet, e tudo sobe sozinho quando o celular reencontra a rede.
- Foto09:12
- Foto09:14
- Chegada09:08
- Resposta do checklist09:21
- Resposta do checklist09:23
- Foto da conclusão09:40
- Assinatura09:41
- Conclusão09:41
Ao voltar o sinal, sobe tudo na ordem certa: fotos primeiro, conclusão por último.
O serviço acontece
onde o sinal acaba.
Câmara fria é caixa de metal. Casa de máquinas é subsolo. Loja de shopping é laje de concreto com o roteador três andares acima. É exatamente ali que o técnico precisa fotografar o antes, marcar o checklist e colher a assinatura do cliente.
Quando o aplicativo depende de internet para isso, o que acontece é sempre a mesma coisa: o técnico anota no papel, promete lançar depois e lança na terça, com metade do detalhe perdido. A OS vira registro de memória, e a memória não sustenta cobrança nem contrato.
Da abertura ao laudo
na mão do cliente.
-
1
Abre
Por você, pelo cliente na área dele, ou sozinha, a partir de um alerta de temperatura, com o equipamento, o local e o que o sensor viu já preenchidos.
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2
Agenda e atribui
Técnico responsável e data. O status acompanha o mundo real: agendada, em atendimento, aguardando peça, concluída.
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3
Executa em campo
Chegada e saída com horário, e a localização registrada na chegada. Fotos, checklist do serviço, e, quando o equipamento é monitorado, a curva de temperatura das 24 horas antes da chegada até a conclusão, anexada ao laudo. Cada visita fica registrada: uma OS pode ter várias.
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4
Fecha com assinatura
O cliente assina na tela do celular, ali mesmo, e a conclusão grava a localização. As horas trabalhadas saem das visitas, não do chute.
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5
Vira documento
O laudo sai em PDF com a sua marca e um link para o cliente abrir no celular, sem instalar nada. Vários serviços do mês cabem num relatório consolidado só.
A OS que abre antes
de alguém reclamar.
Os dois maiores sistemas de campo do país organizam ordem de serviço tão bem quanto o Friolab. Nenhum deles lê um grau Celsius, então, nos dois, a OS só nasce quando alguém abre.
Aqui o alerta de temperatura abre a ordem de serviço sozinho, já com o equipamento, o estabelecimento e a leitura que disparou o aviso. O técnico chega sabendo o que foi visto e desde quando. É a diferença entre atender um chamado e chegar antes do chamado existir.
O que o técnico faz
sem tirar a luva.
Sem internet
Chegada, saída, fotos, checklist, assinatura e a conclusão da OS ficam numa fila no aparelho e sobem sozinhas quando a rede volta. Você vê o que está pendente e o que já subiu.
Foto que serve de prova
Antes e depois, com data e hora. As fotos entram no laudo e ficam no histórico do equipamento, e não somem numa conversa de WhatsApp.
Checklist do serviço
O passo a passo aparece na tela do técnico, item a item, com foto por item quando o serviço pede. Serviço feito na ordem certa, inclusive por quem entrou na equipe semana passada.
Achados viram orçamento
O técnico registra o que encontrou fora do escopo, a peça gasta ou o vazamento, e aquilo vira orçamento com um clique, em vez de virar "esqueci de falar".
Peça que falta tem nome
"Aguardando peça" deixa de ser status morto: o Friolab registra qual peça, quem providencia e em que pé está, e avisa quando ela chega.
Histórico por equipamento
Toda OS fica presa ao aparelho, não só ao cliente. Quem atender daqui a dois anos abre a ficha e vê o que já foi feito naquela máquina.
O que perguntam antes
de largar o caderno.
O aplicativo funciona sem internet?
As ações de campo funcionam: chegada, saída, fotos, respostas do checklist, assinatura do cliente e a conclusão da ordem de serviço ficam numa fila no aparelho e sobem sozinhas quando a rede volta, na ordem certa. O que não funciona é abrir uma tela que você nunca visitou naquele celular. Para isso o aparelho precisa ter carregado a tela pelo menos uma vez.
O cliente assina onde?
Na tela do celular do técnico, na hora da conclusão. A assinatura entra no laudo junto com as fotos, a data e a hora. Não é certificado digital: é o registro do aceite, com data e autoria, no documento.
O cliente consegue ver o laudo?
Sim. Cada ordem de serviço concluída gera um documento que você compartilha por um link, e o cliente abre no celular sem instalar nada e sem criar conta. O PDF sai com o logo e a cor da sua empresa.
Uma ordem de serviço pode ter mais de uma visita?
Pode, e é o normal em refrigeração: a primeira visita diagnostica, a peça demora, a segunda resolve. Cada visita registra chegada, saída e o que foi feito, e as horas trabalhadas somam a partir delas, não de estimativa.
A ordem de serviço abre sozinha quando o sensor detecta problema?
Abre, quando o equipamento é monitorado. O alerta de temperatura cria a OS já com o equipamento, o estabelecimento e a leitura que disparou o aviso. É o que nenhum sistema de campo que não lê sensor consegue fazer.
O Friolab mostra onde meus técnicos estão agora?
Não, e é decisão de produto. O Friolab registra a localização em dois momentos pontuais, na chegada da visita e na conclusão da ordem de serviço, como prova do atendimento, mas não acompanha o deslocamento da equipe. Achamos que monitorar câmara é o nosso trabalho. Monitorar gente, não.
A comparação honesta,
com o que ele faz melhor.
Os dois fazem OS no app do técnico e PMOC digital. A diferença aparece no que vem depois, e em como cada um cobra.
A próxima OS pode fechar
dentro da câmara.
Crie a conta, abra uma ordem de serviço e teste no celular, inclusive no modo avião. São 14 dias grátis, sem cartão.